Histórico Comitê Para Democratização da Informática

 

Missão

 

Nossa missão é transformar vidas e fortalecer comunidade de baixa renda através da capacitação nas tecnologias da informação e comunicação e de um aprendizado complementar voltado à prática da cidadania e do empreendedorismo.

Visão

Acreditamos num mundo onde TODAS as pessoas possam participar ativamente da nova sociedade do conhecimento, na condição de cidadãos autônomos, críticos e empreendedores.

Criada em 2001 a regional Santa Catarina do Comitê para a Democratização da Informática, está localizada em Florianópolis, sendo uma organização não governamental sem fins lucrativos que, desenvolve trabalho pioneiro de promoção da inclusão social, usando a tecnologia da informação como instrumento para a construção e o exercício da cidadania, através de parceria com organizações e voluntários envolvidos em promover a inclusão social utilizando a Tecnologia da Informação.

No ano de 2004, o Comitê para Democratização da Informática -SC tornou-se uma organização de Utilidade Pública Municipal, através da Lei 6494, que a reconheceu como uma organização não-governamental que utiliza a tecnologia como ferramenta para combater a pobreza, a desigualdade e promover o empreendedorismo. Já em 2011 o Comitê para Democratização da Informática -SC tornou-se uma organização de Utilidade Pública Estadual, através da Lei 15.565 de 21 de setembro de 2011.

O modelo Comitê para Democratização da Informática está adaptado, com sucesso, para atender diversos públicos como crianças, jovens e adultos, de comunidades menos favorecidas, e especiais, como jovens em situação de vulnerabilidade social e que estão a procura de uma colocação profissional.
O trabalho do Comitê para Democratização da Informática é amparado por uma Proposta Político Pedagógica inspirada em conceitos do educador Paulo Freire, o que possibilita sua aplicação em diferentes cenários. Trata-se de uma pedagogia construída a partir da percepção da realidade local, que pode ser transformada a partir da ação cidadã.

 

Onde Tudo começou

Nos primeiros anos da década de 90, Rodrigo Baggio era um jovem empresário com bem-sucedida experiência no setor privado, com passagem por empresas como Accenture e IBM. Poderia manter-se assim por muito tempo, em condição financeira e profissional estável, não fosse a insatisfação com os rumos de sua vida e a vontade legítima de atuar no campo social. Foi quando deu uma guinada, começando a plantar, junto com amigos e voluntários, a semente do Comitê para Democratização da Informática.

Baggio iniciou sua nova trajetória em 1995, com o Comitê para Democratização da Informática e a campanha “Informática para Todos”, pioneira na América Latina, que arrecadou computadores para a população do Morro Dona Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Mas era preciso ir além: ensinar a juventude daquela comunidade a manter esses equipamentos e, sobretudo, a extrair o melhor da tecnologia. A necessidade de implantar no Dona Marta a cultura da informática motivou Rodrigo, então, a se tornar um verdadeiro empreendedor social, enfrentando os mais céticos e pessimistas. Nascia, assim, cercada de desafios, a organização não governamental Comitê para Democratização da Informática, a primeira a realizar ações de inclusão digital sustentável em benefício de populações menos favorecidas.

O primeiro espaço do Comitê para Democratização da Informática instalado na favela Dona Marta acabou gerando outros espaços semelhantes em diversas comunidades de baixa renda no Brasil e, logo depois, em vários países. O modelo Comitê para Democratização da Informática ganhou visibilidade e capilaridade num ritmo tão veloz que nem o próprio Rodrigo imaginara. E, a partir daí, vem inspirando diversas ações e movimentos contra o apartheid digital, pois tanto a organização quanto seu fundador tornaram-se, reconhecidamente, referência mundial na área de inclusão digital.

O  Comitê para Democratização da Informática, utiliza as tecnologias da informação e da comunicação (TICs), para melhorar a qualidade de vida da população de baixa renda, fomentar o exercício pleno da cidadania, estimular o empreendedorismo e criar novas gerações de empreendedores sociais.

Comitê para Democratização da Informática SC